Como pode alguém ficar bem depois de uma ressaca?
Depois de uma noite mal dormida?
De sonhos não realizados?
Como é possível andar depois de uma fratura?
É inaceitável acordar depois de um pesadelo!
Mas então lembrei,
Mesmo com a falta de métrica
Ainda existe coerência em ser.
Existe ar nos pulmões.
Mesmo com o gosto de sal,
Ainda se sente o cheiro doce.
Ainda se vê a estrada de pedras amarelas!
terça-feira, 5 de março de 2013
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Nuvem passageira
Que o mistério do medo que tenho não me deixe ser triste onde estou.
Que a felicidade que trago em meu peito seja reflexo das possibilidades vividas.
Que a carência corporal não me faça abafar o esplendor do brilho.
Que o sol não me deixe omisso ao seu calor.
Que o brilho tardio das estrelas me faça lembrar o que passou com sístole rítmica.
Que as nuvens me lembre que durmo bem em meu travesseiro.
E que o assovio da música me lembre minha respiração ofegante pelo amanhã...
Que a felicidade que trago em meu peito seja reflexo das possibilidades vividas.
Que a carência corporal não me faça abafar o esplendor do brilho.
Que o sol não me deixe omisso ao seu calor.
Que o brilho tardio das estrelas me faça lembrar o que passou com sístole rítmica.
Que as nuvens me lembre que durmo bem em meu travesseiro.
E que o assovio da música me lembre minha respiração ofegante pelo amanhã...
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
De antagônico, só o discurso.
Estou farto de mensagens de saudade.
Folheio lembranças e encontro discursos ininterruptos,
Cheios de mel com gosto de dor
E morango com frescor de ópio.
Estou farto de mensagens de saudade.
Dessas que não tem vergonha de mentir,
Essas mensagens que voam como saliva,
De boca em boca usurpando sentimentos bons.
Estou cheio de sentimentos de saudade,
Desse que sai da goela com gosto doce de incenso de absinto.
Estou cheio de saudade,
Que esqueço quando danço a dança mais eloquente,
Da língua da vida.
A língua ferina de saudade,
Que corta o céu da minha boca,
Que atordoa o sentimento,
Que me faz concentrar em um corte ardente que apaixona.
Folheio lembranças e encontro discursos ininterruptos,
Cheios de mel com gosto de dor
E morango com frescor de ópio.
Estou farto de mensagens de saudade.
Dessas que não tem vergonha de mentir,
Essas mensagens que voam como saliva,
De boca em boca usurpando sentimentos bons.
Estou cheio de sentimentos de saudade,
Desse que sai da goela com gosto doce de incenso de absinto.
Estou cheio de saudade,
Que esqueço quando danço a dança mais eloquente,
Da língua da vida.
A língua ferina de saudade,
Que corta o céu da minha boca,
Que atordoa o sentimento,
Que me faz concentrar em um corte ardente que apaixona.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Universo Paralelo
"Realidade auto-contida em separado, coexistente com a nossa própria."
Só é necessário uma porta.
Que porta é essa?
Não sei.
Sei o que tem do outro lado da porta.
Não sei se é o lado de dentro ou o lado de fora.
Mas sei que é desse lado que quero viver.
O lado da satisfação,
Do sorriso maroto,
Do olhar penetrante e despreocupado,
Lado dos gestos engraçados,
E dos pensamentos saudáveis e permissivos.
É quando você pede 'obrigado' por prazer.
O universo paralelo é o lado de dentro da casa da vida.
Para: (May)
Só é necessário uma porta.
Que porta é essa?
Não sei.
Sei o que tem do outro lado da porta.
Não sei se é o lado de dentro ou o lado de fora.
Mas sei que é desse lado que quero viver.
O lado da satisfação,
Do sorriso maroto,
Do olhar penetrante e despreocupado,
Lado dos gestos engraçados,
E dos pensamentos saudáveis e permissivos.
É quando você pede 'obrigado' por prazer.
O universo paralelo é o lado de dentro da casa da vida.
Para: (May)
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
domingo, 20 de janeiro de 2013
Cruz
Mais um passo foi dado e aquela sensação de medo voltou.
De tempos em tempos o mesmo medo.
Agora, como outrora, parece ser diferente, se trata de um medo novo.
São as escolhas.
A escolha é quase um pecado.
O pecado é novo.
Comecei a pecar com prazer.
De tempos em tempos o mesmo medo.
Agora, como outrora, parece ser diferente, se trata de um medo novo.
São as escolhas.
A escolha é quase um pecado.
O pecado é novo.
Comecei a pecar com prazer.
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