Há tempos já não se espera nada.
Nada de vírgulas.
Nada de pontos.
Nada de exclamações ou interrogações.
Na verdade não se espera nada.
Nada de verdades.
Nada de contestações.
Nada de nada.
!Perdi tempo!
Vou nadar.
domingo, 1 de julho de 2012
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Na perda de si, o eu interior morre como uma lagarta! Mas afinal, tal qual a lagarta, nada se perdeu! Tudo desabrochou! Agora, coragem pa...
-
Vi uma criança, uma criança com os braços abertos, correndo e cantando cirandas ou bagoleles. Ela correu ao encontro de outras crianças qu...
-
Inicio esse texto pedindo permissão a Bianca Alencar para o uso do título. E acrescento a explicação do porquê estou repetindo esse título, ...
-
Na perda de si, o eu interior morre como uma lagarta! Mas afinal, tal qual a lagarta, nada se perdeu! Tudo desabrochou! Agora, coragem pa...
Nenhum comentário:
Postar um comentário